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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

MARTE:Capitulo 04 – Apaixonada

“Algumas vezes nossos corações batem por pessoas que conhecemos a pouco tempo, não esperamos e confundimos sempre esse sentimento com amor, e varias vezes isso gera conflitos, aflições e tristezas” (Uchiha, Kai)

Meu trabalho era tudo o que esperava, gostava do que fazia, coletar pedras de gelo de diversos pontos da caverna levar para laboratórios e estudar os organismos viral inativos, tendo a estudar esses tipos de organismos e saber qual seus efeitos sobre os seres humanos, para por tentar neutraliza-los antes que alguns deles possam desenvolver uma epidemia. Trabalho ao lado do Dr.Tomas, meu laboratório era no 15º andar do prédio de pesquisa, não tinha janelas e nos cantos existiam diversos tubos de vidros que funcionavam como radar, era meio medonho, mais em toda parte da sala tinha descontaminadores, um simples sistemas que queimava tudo dentro desta sala em menos de 4 segundos se algum tipo de vírus escapasse e tivesse propriedades mortais, mais isso só me assustava um pouco já trabalhei em outros laboratórios com o mesmo sistema, nunca os vi funcionar e não os queria ver.
Estava estudando uma partícula não viva que acabava de retirar de uma pedra de gelo, comecei a estuda-la lentamente, vendo sua cadeia protéica e suas propriedades não vivas, não estava me concentrando muito bem, estava pensando muito em Scott, lembrando nas noites que tivemos na nave Shiva antes de eu apagar por completo, não me recordo como apaguei, ou o que causou meu coma, mais isso me preocupava bastante, já era para eu estar ciente disso, porém preferia acreditar que tudo era por causa da atmosfera que existia em marte e por estar em uma pequena camada de ozônio artificial.
Cada momento que olhava as partículas da notável estrutura da partícula viral, flash’s passavam sobre minha cabeça, e a imagem de Scott me incendiava por dentro, mais eu sabia que ele não era esse tipo de homem, e que estava somente comigo, porque notou que eu também estava precisando de alguém e como não é fácil achar prostitutas a bordo de Shiva ou de Lótus ele me usou, tive de parar por alguns momentos e me endireitar na cadeira para secar algumas gotas de lagrimas que caiam de meu rosto ao pensar dessa forma.
Olhava atentamente pelo microscópio quando alguém entrou na sala, e lá estava ele Dr.Tomas, ele ficou ali algum tempo parado me encarando – No que trabalha Sophie? – Me endireitei na cadeira e apontando-lhe o microscópio disse – Estava estudando uma partícula viral encontrada no gelo hoje de manhã, mais parece que o vírus é semelhante ao da gripe e nos humanos somos totalmente imunes a ele, não existem possibilidades de mutação, ou seja estamos totalmente seguros – Ele sorriu para mim com sua face coroada de compaixão e gentileza, se encaminhou até o microscópio e olhou a partícula viral, logo voltou seu olhar para mim e disse – Forma zero da gripe, já estudamos esse vírus a 2 anos, realmente ele é inofensivo ao homem. Ao homem – Sabia que ele conhecia mais do que eu essa partícula e que seu profissionalismo deveria ser maior do que o mel, mais falar sobre vírus estava me cansado – Você é natural de onde Sr.Tomas? – Ele caminhava de la para cá ao redor da mesa quando disse – sou natural da Rússia minha querida – Me espantei, nada nele era Russo – Tem certeza – Acredito que notou o que eu havia notado – Nasci na Rússia, mais sou filho de norte americanos, morava em Manhattan quando houve o ataque terrorista com o vírus canibalista, fui um dos sobreviventes assim como você, mais meus pais não tiveram o mesmo destino – Ele me fazia lembrar daquela época a 10 anos atrás e dos acontecimentos em Manhattan, até hoje o lugar está em quarentena, todos são proibidos de entrar lá e ninguém pode morar ao seus arredores, as pessoas foram vacinas, e o lugar isolado, lembro-me do medo que passei lá, lembro de perder meus pais e conseguir fugir com o Dr.Peter e minha irmã ainda Sophie, mais essa era a mesma tristeza que eu e Dr.Tomas tínhamos – Lamento por Manhattan dr. – Ele sorriu para mim levemente, sentia algo por ele, gostava dele talvez – Posso convida-la para jantar comigo hoje a noite Doutora? – Não podia deixar de recusar seu pedido – Sim Dr.Tomas.

Pela parte da tarde desci para as galerias Glaciais, odiava aquele lugar, lá era muito gelado e assustador, O aparelho de laringe Óxigidos me incomodava um pouco, não via a hora de tira-lo, mais aquelas roupas de astronauta também me deixava em pânico, o gelo branco das paredes era formidável, parecia uma imagem surreal de contos de fadas, o lugar era gigantesco e lembrava muito o pólo norte, sem terra e sem plantas, sem vida, alguns cientistas estudando algum tipo de propriedade do gelos, e outros como eu coletando amostras com binóculos e microscópios, o chão era macio e escorregadio, era difícil caminha com aquelas roupas e carregar aqueles enormes tubos de oxigênios nas costas, mais deveria me acostumar iria fazer aquilo durante anos.
Quebrava algumas pedras que faziam relevo na parede e recolhia o material para estudo cientifico, guardava o material dentro de um compartimento na frente da minha roupa de astronauta, avia notado alguns microorganismos congelados que deveriam ser estudados e poderiam ser importantes, afinal tudo em marte poderia ser novidade.me encaminhava para uma pequena base de estudo montada na Galerias Glaciais, era um enorme contêiner isolado, com um micro laboratório dentro, abri um pequeno orifício em minha roupa para retirar minha mãos e colar a mão direita no orifício de scanner, assim que o fiz a porta se abriu a minha frente, entrei em uma ala de descontaminação, onde um computador ia contando a porcentagem de ar na sala, assim que tudo se estabilizou a porta a minha frente se abriu, retirei a enorme roupa de astronauta e sentei-me em uma mesa a frente colocando as amostras de gelo em uma vasilha, fiquei de pé e coloquei o olho esquerdo no orifício do microscópio, foi quando alguém me abraçou e passou a beijar meu pescoço, ao me virar vi o Dr.Tomas, ele logo se afastou colocou a mão sobre a cabeça e disse – Desculpe-me eu me ... – Sorri para ele e pulei em seu pescoço o beijando na boca violentamente, no exato momento via Scott em minha mente, mais preferia tomas, ele poderia ser mais magro mais delicado, mais ele era mais especial, era mais carinhoso e mais atencioso do que Scott, Porém não entendia porque mais Chris já havia sumido de minha mente.

A noite estava sentada em um belo restaurante em marte conversando e rindo com Tomas, ele era querido e autentico – Querida Sophie, você tem mais ou menos 19 anos marcianos– Isso realmente me alegrava, em marte como a rotação em volta do sol era mais demorada o ano tinha somente 24 meses, isso me dava 19 belos anos marcianos – E você 17 anos marcianos querido – Tomas se empolgava, já que marte tinha 24,37horas por dia e 687dias por ano, nossa cidade lótus foi construída próximo Mare Sirenum, ou literalmente mar da sereias, um lugar formidável onde a noite podíamos ver as duas belas luas de marte, tanto Fobos quando Deimos, algumas vezes Cheias, a noite estava formidável, quando Tomas me levou ao meu quarto ele parou em minha porta esperando eu entrar – Tomas, entra comigo – Ele fez um breve sorriso com os olhos e me abraçou me jogando para dentro do quarto, sentamos no sofás, e comecei a lhe tirar a roupa ligeiramente, sem nem me importar com sua timidez.
Pela manhã quando acordei me assustei com Tomas na minha cama me olhando – Bom dia – Sorri mais feliz pois ele me deixava melhor do que Scott – Bom dia – Ele sorriu para mim quando me levantei e disse – Vou tomar um banho – Ele sorriu para mim e disse – Ficarei aqui lhe esperando. Liguei ligeiramente o chuveiro, e me enfiei embaixo dele, tentava me segurar para não soltar gargalhadas, estava muito feliz, e acho que adorava tomas. Sai do banho, quando ouvi a campainha tocar, e então berrei para Tomas – Abre a porta para mim? – ouvi sua voz – Já estou indo – Terminei de secar meu cabelo e enrolei a toalha em meu corpo, foi quando pensei, quem poderia estar a minha porta a não ser.... Rapidamente corri do banheiro e parei na sala vendo Tomas paralisado com a porta aberta, e uma toalha na cintura, e ao outro lado da porta estava Scott bem vestido com uma camisa preta e um buquê de rosas vermelhas em mãos...


Capitulo intrigante.. UAH.. oque pode acontecer, um briga entre cavaleiros? ou uma invenção de histórias por Sophie? Efim, fique sem respirar com esse final...
Bjos
Kai[...]

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

MARTE:Capitulo 3 - Meu lar

“Quando não somos capazes de se adaptar a um lugar, é porque esse lugar é nosso lar, e nossos principais princípios são aprender a se adaptar a esse lugar” (uchiha, Kai)

Não me lembro ainda de muita coisa, mais já me recordo muito bem quem é Scott, lembro do que aconteceu conosco abordo Shiva, lembro de nossas conversas, de nossos passeios pela nave lembro-me quando aconteceu. Estava eu caminhado a bordo da nave andando por um corredor metálico, de cor cinza, com alguma madeiras pregadas como detalhes na lateral, janelas mostravam infinitamente nossa galáxia, faziam-se somente 2 semanas de viagem, eu já estava estressada e muito exausta, não agüentava mais, já havia lido meus 15 livros e já havia elaborado todos meus projetos de trabalho para os próximos 20 anos, as luzes de repente começaram a piscar e isso me assustou, mais havia sido algo passageiro, algo que acontecia as vezes, caminhava com pequenos passos, quando passei na frente do quarto de Scott, ele estava com a porta aberta sentado em seu sofá, quieto, usava uma t-shirt básica em algodão com decote em v, e uma calça jean azul com algumas marcações de usados, ele imediatamente me olhou como se me esperasse e disse – Oi doutora, se o que fazer? – Sorri timidamente para ele – Na verdade estou fazendo algo, procurando o que fazer – Me retirei logo do local, esperando que ele não tenha entendido a indireta.
Tentava dormir, já era onze da noite quando alguém batia na minha porta, sabia quem era, sabia que era ele, foi logo atender e quando abri a porta lá estava Scott parado com uma garrafa de vinho em mãos, sorrindo e dizendo – Feito e produzido em marte, em baixa pressão atmosférica, é o melhor vinho que já pude provar.
A noite havia sido boa sentamos nos sofás, enchemos a cara de vinho e conversamos até altas horas, nem sabia se horas valiam aqui no universo, mais as seguia, seguia desde o dia em que embarquei nessa nave, fui para meu quarto sentei-me em minha cama, e passei a lembrar de Chris, lembrava de como ele era carinhoso comigo, do modo que falava em meus ouvidos, o modo como me tratava e dizia me amar, mais agora Chris não estava mais ali, e eu tinha de aproveitar, iria demorar para velo e sei que logo ele também iria me esquecer, Scott sentou-se ao meu lado, nem o vim chegando ele pós seu enormes braços sobre mim, começou a beijar meu pescoço dizendo – Eu te quero – Sabia que ele não queria, sabia que ele queria outra coisa, mais eu também queria a mesma coisa – O abracei fortemente e puxei sua camiseta do corpo, ele me deitou sobre a cama e retirou minha camiseta branca também, logo me empolguei e retirei seu cinto e abri a carcela de suas calças.... Quando abri meus olhos ele estava se levantando colocando suas roupas e saindo do quarto como se nada estivesse acontecido, eu sei que havia feito aquilo porque queria, e sabia que meu interesse não era nele, não era naquele homem e que eu amava muito Chris, mais não conseguia ficar sozinha e aquilo, talvez, tenha sido o melhor que pude fazer no momento, me sentia culpada e deixava lagrimas correr do meu rosto, aquela não foi a primeira de muitas vezes nossa a bordo na nave, sempre da mesma maneira sem amor, sem sentimentos, somente um tentando acabar com o desejos e com a solidão do outro.
Agora Scott estava ao meu lado saindo comigo do prédio para me mostra meu lar, para mostra o lugar onde teria de passar a viver daqui para frente, passamos pelo shopping, supermercados, restarantes, bares, casas noturnas, lojas, tudo o que marte poderia querer, Parei na loja da Chanel bem a rua de vidro, a avenida central da cidade, entrei na loja para conhece-la. La tudo estava vazio, paredes brancas e limpas, os símbolos da Chanel pregados na parede e alguns círculos sobre o chão com a marca da Chanel – Me espere um pouco, não vou ficar sem comprar uma Chanel de marte – Scott deu um sorriso e se virou ficando parado na porta da loja. Aparentemente só tinha eu ali, quando vi um tudo no final da loja, onde se dividiu em diversos anéis que subiram para o teto revelando uma senhora de dentro dele, ela se encaminhou para uma estrutura metálica no canto da sala que se parecia com uma porta, colocou seu braço sobre um estranho scanner e a maquina disse – 10.000 Ryons, compra efetuada com sucesso, tenha um bom dia senhora Cater – a porta se abriu a frente dela revelando uma linda bolsa da qual ela pegou e se retirou com o produto da loja. Fiquei parada embaixo dos símbolos Chanel que se encontravam no chão, passei minha mão ao meu redor e alguns anéis desceram me cercando, caindo um sobre o outro me fechando em uma espécie de tudo de vidro, após todos terem descidos a minha frente via minha imagem sendo reproduzida, em seguida na imagem uma seqüência de vestidos surgiam nas paredes do tudo, passava minhas mão no fingindo segura-los, cada vez que fazia isso o modelo se encaixava na minha imagem a minha frente e se ajustava ao meu corpo, vi um modelo preto, básico com uma correntinha em dourado no ombro com os 2 C de Chanel cruzado logo o provei, o amei muito, vi que ele estavam custando cerca de 8.000mil Ryons e então efetuei negocio. Os anéis saíram de meu redor me encaminhei para o mesmo equipamento onde a senhora Cater colocou seu pulso e coloquei o meu, logo meus Ryons foram identificados e descontado 8.000 e a voz soou novamente para mim agora – 8.000 Ryons, compra efetuada com sucesso, tenho um bom dia senhora McRose – a porta ao lado se abriu com meu vestido pronto, nas medidas e embalado, o peguei e me retirei.
Caminhamos por todos andares e conhecemos, grande parte das estalações, o prédio cientifico de pesquisas marcianas, ficava no centro do lago que se encontrava no centro da cidade, em uma espécie de ilha metálica, o mesmo era enorme, muito maior do que qualquer outro prédio encontrado na Terra, Ele subia e se elevava até o topo da cúpula, onde se encostava e continha uma varanda fora da cúpula para estudos e observações, seu tamanho era monstruoso e magnífico. Ao entrar nele acompanhada por Scott ele logo me disse – Será aqui onde você ira trabalhar- sorri para ele achando um arraso o lugar – Adorei- Lhe respondi. Um senhor se aproximou de mim me olhava de cima a baixo quando disse – Senhora Sophie suponho? – Lhe respondi – Sim sou eu, doutora Sophie virologista – não gostei do modo como ele agia com as pessoas, não gostava de sua arrogância,  e sabia que não iria me dar com o Dr.Wang.
Caminhei com o Dr.Wang por todas estalações do prédio, conheci o setor de analise de pedras, o centro de estudo astronômicos no roof, a base de estudos atmosféricos e a base de desenvovimentos para Sandora, conheci meu setor, o centro de estudos de micro organismos, estávamos a descer para conhecer as cavernas Glaciais, acho que foi o que mais chamou minha atenção, o prédio descia além dos 7 andares da cidade e ia mais 20 andares para o subterrâneo em seguia, existia o elevador que descia mais 500metros para o subsolo, o uso de roupas térmicas e roupas com capacidades de segurar tubos de oxigênio era fundamenta.. as cavernas Glaciais era lindas, lembrava algo como nosso pólos na terra, era gigantescas cavernas de gelo bastante iluminada, com diversos aparelhos e vários cientistas estudando composições do gelo, mais ao centro tubos que sugavam o gelo recém ralado por enormes aparelhos para triturar, e logo após o levava para o lago, onde ele era aquecido e por fim virava a águas do rio artificial de marte.
Andamos por todas galerias subterrâneas, até pararmos em um grupo de cientistas que estudavam algumas pedras de gelo, no meio dele um homem de cabelos curtos, rosto fino e pele branca não parava de me olhar, quando eu e Wang para próximo a ele Wang me disse – Sr.MCRose, esse é o Dr. Tomas willians, ele trabalha com microorganismo fossilizados encontrados no Gelo, ele será seu Chefe – Meu chefe? Nunca imaginaria que teria um Chefe aqui – Prazer, você deve ser a Dr.Sophie então, a famosa doutora que sintentisou a cura do terrível vírus canibalista que foi espalhado em Manhattan no mais cruel atentado terrorista da historia, há 10 anos atrás – A parte do 10 anos me fazia parecer mais velha do que era, mais sim eu havia criado a cura para o vírus Canibalista que matou toda a população de Manhattan a 10 anos atrás, na verdade o mérito não era somente meu mais também do Dr.Peter, foi ele quem criou a cura sozinho, eu havia somente ajudado a isolar a virose. – Prazer Dr.º sou eu mesma – Ele estendeu sua mão para mim com sua enorme roupa para respirar e se manter quente, quando não consegui segura-la direito, acenei com a cabeça e ele logo devolveu, acho que iria gostar de trabalhar com ele.
Caminhamos mais um pouco pelo gelo, quando chegamos a um enorme elevador, subi nele com Dr.Wang e chegamos até o que parecia ser um enorme gerador de energia, era um fuzil de tamanho espetacular, repletos de fios e andaimes que o cercavam, tinha mais 40 andares e subia até a superfície, vários cabos saiam da terra acompanhados por vários canos e tubos que sugavam algo muito rápido, alguns andares davam medo porque vários discos e mecanismos circulavam por ele, existiam diversas pessoas ali o operando, apertando milhares de botões azuis, verdes e vermelhos – Isso é os Pulmões de Lótus, o inicio da vida de Sandora, esse gerador é o que há de mais belo e magnífico em marte – Muito ele falou, e me deixou mais curiosa ainda, não sabia o que ele falava direito, e o barulhos metálico produzido pela grande engenhoca me deixava mais surda ainda – O que é isso Dr.Wang?- Ele voltou a comtemplar a engenhoca e disse – Isso é o que faz o Oxigênio existir em Lótus, essa maquina retira o O² do Gelo da terra e da atmosfera morta de Marte, e fornece o que existe em Lótus, ela logo estar funcionando 100% e ira fornecer uma nova camada de ozônio a lotos – Não havia entendido muito bem – Como assim funcionar 100% isso funciona quanto por cento – ele me sorriu e disse – Essa maquina está funcionando somente 0,2% do que deveria funcionar – Minha duvida logo me empolgaram – E porque ainda não funciona 100% para produzir oxigênio a toda marte? – Ele ficou um pouco quieto e disse – primeiro devemos canalizar toda água e criar Rios em marte, para poder de fluxo para por fim termos a capacidade de saber onde retirar o Oxigênio, e nosso maior medo é de que o ar não fique em marte e se perca no espaço, existem cientista que estão estudando como manter esse ar contido em nossa órbita – Tudo agora fazia sentido e me empolgava, isso queria dizer que marte um dia poderia ser um planeta 100% vivio, com animais e plantas, onde crianças poderiam correr, com bosques e rios, ser o que a terra é.
Talvez os sonhos dos homens antigos, estejam se tornando realidade e marte é a imagem certa para nosso futuro, Marte era meu lar, era nosso lar agora.



Espero que estejam sem respirar com esse capitulo...(muita coisa ainda tah por vim)
Bjos
KAI...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Corrigindo erro

Pessoal desculpem, quero corrigir um erro quanto a personagem principal de MARTE. Sophie.
o nome certo da protagonista é SOPHIE e não SHOPIE... Desculpe-me pelo erro
Bjos
Kai[...]

MARTE:Capitulo 2- Despertar.


“Temos que abrir nossos olhos para o que nos cerca a cada momento de nossas vidas, deixamos diversas coisas passar, coisas que poderíamos considerar tão pequenas, mais que também mudariam todo o rumo de nossas vidas” (uchiha, Kai)

 Uhh... vejo picos de imagens... vejo... estou dormente... mais picos... consigo enxergar algumas luzes acima de minha cabeça... Mais luzes... Vejo sombra se mexendo sobre essas luzes... Meus olhos abrem e fecham... Mais uma vez a dormência... Agora sinto frio... Ai vem o frio... Vem as imagens das luzes embaçadas enquanto meus olhos se abre rapidamente... vem a dormência rápida antes de meus olhos abrirem... ouço sussurros... aos poucos ouço... Meus olhos ficam mais tempo abertos e vejo que as sombra são pessoas acima de mim.... São médicos.... Ouço o que dizem – Ela está acordando – Eles estão tentando me acordar? Mais porque? O que aconteceu? Mais dormência e vejo que a dormência são de choques... Eles estão dando choque em meu peito para que eu acorda-se, mais funcionou estou acordada. Agora olho em volta, enquanto um dos médicos “Bryan Smitth” ( o que posso ler em seu crachá ) me fala – Sophie acompanhe a luz – Sophie? Não me lembro mais acho que é esse meu nome.
Ainda acordada, olho para o teto branco do hospital minha cabeça está com um zumbido insuportável, o médicos agora estão se retirando, ainda não me recorto o que realmente aconteceu, me sinto tonta, não sei onde estou, lembro somente de minha irmã, mais é estranho, não lembro o nome dela, não lembro o que estou fazendo aqui. Quando me viro na cama branca do hospital vejo a minha direta uma enorme vidraça que da direção a uma enorme cidade, mais, não me recordo que cidade seja, seus prédios são cinzas, quase sem cor, suas janelas futurísticas, grandes passarelas passam de prédio para prédios, os ruídos dos carros são quase que silenciosos, o céu é escuro, mais tem algumas luzes, parecem alguns faróis ligados, mais são estranho estão presos a algo, como se fosse uma... Uma cúpula em volta da cidade... Agora lembro, é assim que descreviam Lótus, estou na cidade de Lótus, mais o que estaria eu fazendo aqui? Não me lembro.
Aparelhos de laringe Óxigidos* estão ligados ao meu pescoço, minha respiração é obrigada, ele vibra minha garganta para fazer o ar passar e ir aos pulmões, a sensação é estranha e desconfortável, lembro-me da ultima vez que tive de usar um desses na Terra, ainda me lembro da terra, quero tirar isso, mais não posso, eu sei se estou com isso é porque algo me aconteceu, mais não me lembro quando, não me lembro da viagem de seis meses para cá.
Viro meu tronco na cama e fico sentada, olhando a minha volta, a minha frente um enorme armário branco, a minha esquerda uma escrivaninha com 2 cadeiras de madeira branca, a minha direita o reservatório de soro com o suporte e tubos que se ligam as minhas veias, a porta branca me assusta, tudo branco, isso me deixa com medo. Há algo na escrivaninha, um receptor de mensagens*, e parece ter uma mensagem, logo pego o pequeno cubo prata e aperto o botão verde, a minha frente liga a tela de realidade alternada* e na tela aparece a bela loira, de cabelos finos olhos azuis, feições simpáticas e angelicais, com os cabelos trançados e um laço vermelho amarrando a trança, me lembro muito bem desse laço, foi eu que a dei para ela, era um laço de cetim, com dois guizos amarrados na pontas e um fio dourado passava uma costura no meio deles, lembrava um fita de natal, mais nela lembrava um anjo, eu havia dado o mesmo em seu aniversario de 18 anos e ela o estava usando agora, minha querida irmã, minha Andréia. Apertei o botão para rodar a gravação e ela começou. – Ai sophie estou morrendo de saudades e preocupada com você, quando soube o que aconteceu nos 2 primeiro meses que você partiu fiquei super preocupada, preciso que você me responda assim que estiver melhor, eles me falaram que iriam te acordar assim que você chegasse em marte, pois dentro da Shiva era perigoso e seria melhor para você, aqui as coisas estão bem, Chris está cuidando bem de mim... Te amo, estou com saudades – Agora uma lagrima escorria de meus olhos parecia um século que não via Andréia, e nem Chris, isso me deixava com muitas saudades, me deixava desesperada, quando o  aparelho de laringe começou a funcionar mais rápido e soltar um Zumbido, Alguns segundos depois o Dr.Bryan entrava na sala vindo em minha direção, ele colocou as mãos em meus ombros –Sophie, se acalma, você não quer que aconteça de novo, você não quer ficar em como, se acalma, aqui em marte é difícil devido a pressão e a Insuficiência respiratória piora para você, você tem que se acalmar e respirar devagar – Ele tinha razão, não queria estar em coma respirei fundo e voltei meu olha para ele assim que o Aparelho começou a funcionar lentamente novamente – Sim doutor, é que eu me empolguei. – Ele voltou o sorriso para mim de forma gentil e graciosa e disse – Sim eu entendo, mais tente se acalmar, não quero ter que te acordar novamente – Ele saiu da sala e eu voltei a olhar pela janela.
Liguei o receptor de mensagens o ativei, logo a tela de realidade alternada surgiu na minha frente, e uma voz disse – Por favor, identifique destino – um leve branco soou sobre mim e disse – Terra – Logo depois – Estados Unidos das Américas – e em seguida – Nova Jersey, IP 800543795 – Após alguns instantes a foto de Andréia surgiu na tela – Sophie sua mensagem está preparada para ser enviada – Sorri e então – Irmã, estou com muita saudades de você também, não se preocupa já estou melhor, Acho que receberei alta ainda hoje, não se preocupa, diga a Chris que gosto muito dele e que estou sentido muita saudades, não vejo a hora de você se formar para podermos mora juntas em Marte, Te amo...- O silencio tomou conta de mim, apertei o botão enviar, - Sua mensagem foi enviada com sucesso tempo estimado de entrega 5 dias. – Agora somente esperar para ter uma resposta de Andréia e saber como tudo esta.
Me levantei lentamente da cama, quando a porta se abriu, e lá vinha Scott acompanhado do Dr. Bryan, olhava fixamente para ele e me lembrava de breves momentos em que conversávamos na Shiva, em que dávamos algumas voltas e nos encontrávamos, não me lembro exatamente de tudo o que falávamos mais me lembro que se tornamos um pouco amigos na Shiva – Querida Sophie, você está de alta, você ainda não deve se lembrar de algumas coisas, mais amanhã já voltara o normal- Isso me deixava aliviada, apesar de não saber o que realmente tinha me acontecido, mais logo iria lembrar e isso me deixava aliviada – Eu levei ontem os novos cientistas e os habitantes de lótus para conhecer a cidade e seus locais, ficarei encarregado de te levar hoje para seus alojamentos e amanhã para conhecer a cidade – Olhava fixamente para Scott enquanto ele falava e me sentia aliviada ele me lembrava claramente a figura que eu tinha de Chris, um homem protetor e bastante divertido.
Descia pelo enorme elevador, ao lado de Scott, ele olhava de canto para mim, usava uma jaqueta preta, com o emblema no braço, onde duas serpentes se cruzavam e no centro tinha as siglas dos P.L.M* coturnos altos e calças padrão do uniforme da P.L.M, tinhas cabelos raspados, pele bronzeada e olhos castanhos claros, era uma figura rude de comportamento gentil.
Ao chegarmos no andar de baixo ele parou na minha frente e disse – Que estranho que está calada Sophie, estou achando estranho. Você se lembra de alguma coisa na nave? – Fiz que não com a cabeça e logo disse – Se soubesse de algo, saberia seu nome – Lógico que sabia seu nome, mais não lembrava-me de nada que tinha acontecido, pelo que pareceu ocorreu algo um pouco alem do que deveria ter ocorrido entre nós, aos poucos flash passavam pela minha cabeça com imagens desse homem na minha frente sentando na minha cama na nave Shiva.
Ele me conduziu a uma espécie de veiculo que funcionava a magnetismo, sem rodas somente luzes embaixo que flutuavam ao contato com o solo metálico das ruas, entrei no veiculo, ele mais parecia uma semente gigante, tipo daquelas do antigos filmes do Batman, com duas enormes janelas na frente com contornos em luzes laranja abóbora, portas que se abriam para cima e volante regular a pressão hidráulica, o veiculo tinha cores pretas e maçaneta e detalhes cromados, dentro o estofado era em cor crua, leves beges, o veículos não estava tão bem arrumado, estava meio bagunçado demonstrando um pouco da personalidade de Scott.
A viagem durou uns 15 minutos, vi diversas coisas parecidas com o que via na terra, shoppings, prédios, supermercados algumas bases, a coisa que achei mais estranha foi a enorme estrada de vidro que passa pelo centro da cidade onde se olharmos para baixo, é capaz de se observar os 7 andares de Lótus, um pós o outro divididos por ruas de vidros, e enormes enfeites metálicos, o céu é azul mais se olharmos bem somos capaz de enxergar o céu negro escondido pela realidade alternada, Lótus me lembra um pequeno fragmento de uma falsa realidade, de um mundo que não existe mais imaginamos existir, me lembra da guerra civil que ocorreu no japão após a era da realidade alternada, onde pessoas se negavam a viver suas vidas em visão de algo que realmente não existia, era holográfica, mais agora Lótus era reflexo dessa nossa era e desse mundo onde vivíamos. Chegamos em um enorme prédio, tipo um condado cientifico, onde algumas pessoas vestidas de jaleco saia e entrava, desci do carro – Esse é o dormitório onde você vai ficar Sophie, até se estabelecer bem em marte – Meu novo lar não era tudo o que imaginava, via a porta enorme de metais, as grandes escadarias em espiral, os enormes corredores com piso em parque e porta com sistema de identificação ocular, a sala com ar velho, poltronas em couro marrom, alguns animais empalhados na parede, prateleiras de livros, um quarto com um guarda roupas em mogno e uma cama tipo box com 2 colchões, nada mais do que pudesse esperar.
Scott ficou um pouco sentado conversando comigo, aos poucos não me lembrava o que havia acontecido, mais ficava pensando, e as imagens vinham a minha mente, eu e Scott sentados na cama, eu o beijando e tudo acabava por ai. Fiz com que ele saísse cedo do meu quarto porque não queria que aquilo acontecesse novamente, tinha de me lembrar de Chris e o quanto o amava, lembrar que ele era uma pessoa muito especial para mim e de tudo o que ele fez para estar ao meu lado.
Mesmo assim via Scott saindo do meu quarto pela janela, o olhava atentamente depois me voltava para meu quarto entrava nele e olhava sobre a mesa e via meu uniforme branco ali jogando junto com meu Crachá “ Dr.Sophie McRose – Virologista”, ainda não sabia o que poderia encontrar em marte, mais isso já me assustava, e o aparelho de laringe óxigido enquanto estivesse em mim também me assustaria.

Aparelho de laringe Óxigidos – Sistema que fibra a entrada pulmonares através de ondas sonoras, parece com uma anel de metal, quase não notável que fica no pescoço, ele obriga os pulmões respirar e inspirar involuntariamente, para que haja um controle estável da respiração, em marte esses aparelhos são bastante usados, pois com a mudança da atmofera os corpos tendem a ter algumas dificuldade para repirar e transpirar, podendo levar a casos de coma por insuficiência respiratória água.
Receptor de Mensagens – Aparelho de pequeno porte, funciona como um celular, contém somente botões para ligar, desligar, enviar e receber, é um cubo que mede cerca de 2x2 ele produz uma tela de 30x30cm de realidade alternada.
Realidade alternada – Epécie de holograma em 3d onde para nossas visões parece realmente existir mais não existe.
P.L.M (Policia da Lótus Marciana) – Sistema de policia Marciana, mantém o controle e a ordem na cidade, geralmente fazem pequenas viagem para levar e trazer novos cidadãos para Lótus, e os levam pela cidade para que tenham conhecimentos de lugares perigosos.

Espero que Gostem... BJOS
KAI[...]

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Proximo capitulo - MARTE

MARTE/ Capitulo 2 – Despertar


















Bjos
KAI[...]

Quando não se pode respirar CAPAS...

Pessoal, segue as capas dos livros, espero que gostem

MARTE




















TERRA





















Espero que Curtam... Eu mesmo criei os Slogans e o designer
BJos
Kai[...]

MARTE:Capitulo 1 - A cidade de Lótus. A colônia.

Capitulo 1 – A cidade de Lótus. A colônia.

Nada é como o passado quis que fosse, tudo é a origem do que criamos, do que plantamos para colher, somos merecedores de nossos frutos? (Uchiha, Kai)

A Colônia, era assim que a chamavam, Lótus se ergueu em marte há vinte anos e até hoje é considerada uma fascinação da ciência moderna, a cidade atual comporta cerca de 572,043 milhões de habitantes, entre esses 172 milhões são cientista que atuam em diversas áreas, os demais são simples civis, a moeda local de Lótus são os Ryons, nosso dinheiro eletrônico, o sistema de comercio usa realidade alternada para compras, e a habilitação do código QR encontram-se repletas de informações que espalhadas por toda a cidade, existem 2 áreas separadas da cidades que são considerados distritos rurais, a terra é adubada e fértil, onde são plantados diversos tipos de suplementos.
Lótus é cercada por uma cúpula de acrílico, com cerca de 90cm, contém estruturas semelhantes a da cidades, o sistema de realidade alternada cria uma visão de céu azul sobre a cúpula, as ruas são intermináveis projetadas sobre a imagens de Paris, a cidade contém sete andares em direção ao subsolo com galerias subterrâneas lembrando um enorme shopping.
Em marte trabalhamos sobre vários estudos, nosso principal objetivo é criar uma atmosfera respirável, como a encontrada na terra, cientistas demarcavam cada ponto de marte para poderem ter estudos precisos do local, grupos escavavam em busca de mais água, já que a mesma se encontra somente no subsolo em forma de gelo.
Assim como a teoria de Gai, em marte temos a teoria de Sandora, dizemos que marte era um enorme organismo vivo que chamávamos de Shadiva e que morreu a milhares de anos devido ao vírus, no caso de Gai nos seres humanos somos esse vírus. Com a morte de Shadiva seu copo ainda guardou um pouco de vida para seu recém nascido Sandora, e é o que estudamos uma forma de dar vida a Sandora e tornar marte mais vivível, alguns cientistas afirmas que devemos fazer o sangue pulsar em Sandora para que ela viva, ou seja começar a criar rios, lagos e mares que se interligariam em toda marte e começariam a encadear e fazer a vida reagir. Mais para isso precisariam de bombas nucleares, reatores explosivos de anti-matéria, entre outros que iriam ferir muito Sandora e ela poderia morrer de vez.
Em Lótus temos o primeiro rio de marte, e aos poucos seu tamanho se torna considerável, o batizamos de Vida, ele emerge do centro de marte de enormes galerias glaciais, e sobe por gigantescos encanamentos da cidade até formar uma gigantesca lagoa no centro da cidade e se estender em pequenos rios por toda a parte. Vida contém água limpa e já temos indícios do surgimentos de alguns micro organismo do qual eu terei de estudas para manter a cidade em controle, no caso de um achado Viral.
Marte já é quase tudo com que muitos sonhamos, e Lótus é nossa filha, podemos respirar ainda em Lótus devido ao sistema de produção de oxigênio, Trata-se de uma enorme maquina que se encontra ao lado do aeroporto espacial, ela é capaz de retirar o Oxigênio e o carbono de áreas subterrâneas e glaciais de marte criando Oxigênio, ar para todos na cidade possam respirar, essa é uma das melhores coisas que tem aqui é o que nos mantém vivos em marte.
A grade parte da população de marte são pessoas de alto poder aquisitivo, pessoas donas de varias fabricas ou empresas na Terra, gente que quer passar seus últimos dias em um lugar diferente e ter novas experiências, Pessoas que querem ter e criar seus filhos como os novos Marcianos, Pessoas que tem dinheiro e podem pagar para morar aqui. Ou pessoas como eu que tiveram de estudar e batalhar a ponto de acabar aqui como cientista capaz de poder salvar toda essa cidade, ou toda marte.

Bjos
KAI[...]

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Quando não se pode respirar: Proximo capitulo - MARTE / TERRA

Quando não se pode respirar: Proximo capitulo - MARTE / TERRA: "MARTE/ Capitulo 1 - A cidade de Lótus. A colônia TERRA/ Capitulo 1 - 3 meses depois..."

Proximo capitulo - MARTE / TERRA

MARTE/ Capitulo 1 - A cidade de Lótus. A colônia



TERRA/ Capitulo 1 - 3 meses depois...

PROLOGO - TERRA

Nunca imaginei que sentiria tanta saudade quando poderia sentir, via a face de minha irmã mais velha ainda triste, via a saudade que ela iria sentir, sentia sua tristeza mistura a empolgação. Quando ela deu-me um abraço não contive a tristeza não contive o desespero de que agora estaria sozinha neste planeta, uma lagrima escorreu de meu olhos a maça de meu rosto, logo a enxuguei para que Shopie não nota-se, eu acho que ela não notou pelo menos.
Minha irmã havia sido minha mãe todos esses anos, avia sido tudo o que tinha e agora não sabia como me cuidar sozinha, mais já era hora, e sabia que esse dia iria chegar. Shopie achava que algum dia iria para lá, iria para a colônia com ela e que estava esperando somente terminar meus estudos, mais isso não era verdade, a colônia era um lugar onde jamais gostaria de estar, e nem ao menos pensava na possibilidade de ter de viajar durante 6 meses da minha vida, isso me lembrava do acidente espacial que aconteceu no ano passado e me deixou apavorada. Mais por algum motivo a deixava pensar assim, seria melhor para ela, estava sendo melhor para aquele momento de despedida.
Ela andava, ia em direção da nave, parecia que ela queria virar a qualquer momento e olhar para traz para dar um ultimo adeus, mais se conteve, seus cabelos castanhos longos e cacheados nas pontas dava-lhe uma aparência de anjo. Seu corpo é perfeito, assim como seu modo de pensar. Sentirei falta de Shopie.
Ela entrava na nave Shiva, com as demais pessoas um cabo fazia o escaner de seu lote* e alguns minutos depois todos já estavam a bordo, as portas se fechavam e a enorme monstruosidade Shiva decolava, ela parecia um ovo metálico gigante, com varias janelas, e vários luzes que formavam pequenos círculos cercando a nave na frente duas enormes lâmpadas azuis pareciam dois olhos de uma pulga gigante, com 8 hastes enorme de aço que pareciam patas de aranha. A patas se fechavam e o propulsores gravitacional se ativavam, ela levitava lentamente enquanto se erguia e decolava, aos poucos a enorme monstruosidade se tornou um pequeno inseto com luzes azuis, e depois um pequena estrela azul até sumir.
Ainda fiquei parada vendo a mesma desaparecer, quando lagrimas corriam dos meus olhos, foi nesse momento que senti a mãos de Chris sobre meus ombros, ele olhou para mim e soltou seu belo sorriso – A Shopie já foi Andréia? Me desculpe eu me atrasei – Sorri para ele – Não se preocupa, ela te mandou um abraço e disse que sentiria muita saudades – Chris foi quase meu pai, ele e Andréia cuidaram de mim durante toda minha vida, mais o que eu sentia por Chris não era um sentimento paterno ia alem disso, Meu tio Chris, eu o amava.
Caminhado com Chris pelas ruas passei ao lado de uma loja de Tv, parei para ouvir o noticiário que estava passado, não somente eu mais todos que estavam por ali – O buraco da camada de ozônio está aumentando de forma dramática, parece que o mesmo aumento cerca de 10% nos últimos 2 meses, as autoridades vão manter todos em alerta a respeito do acontecido – Eu era incapaz de entender o que os repórteres estava falando, ou de captar o recado, mais mesmo assim aquilo me assustou, me assustou de verdade assim como assustou a todos.
Chris trabalhava em um laboratório de controle climático aqui em Nova Jersey e parece que tudo isso não o abalou em nada, e que tudo o que ele escutou era algo que ele já sabia a muito tempo, ele me puxou pelo braço e voltamos a nossa ida para casa.
lote= Sistema usado para indentificação ou uso de Ryons*, trata-se de bionanotecnorobos*, que são introduzidos diretamente na corrente sanguinea, com um scanner é capaz de ser feitos qualquer transação financeira, ou saber sobre origens, data de nascimento, nomes dos pais e familias, e até conta bancaria.
Ryons = Sistema em dinheiro virtual, pode ser acessado pelos Lote para fazer qualquer tipo de transação financeira sem ter de usar notas ou moedas, funciona como cartão de credito, mais acessado pelo Lote.
Bionanotecnorobos = Micro circuito robotico, introduzido diretamente na corrente saguinia, usado para indentificação, e acesso a contas bancarias e indentificação civil.